Infelizmente é corriqueiro observar condutores mudando de faixa de trânsito sem motivo, fechando os outros veículos nessa e em outras rotatórias. Mesmo semaforizada, os avanços de sinal são habituais mesmo em horário comercial. A velocidade é abusiva, ainda mais levando-se em conta que nas esquinas há comércio, igreja e um grande e movimentado colégio, com travessia de escolares.
As medidas para tentar receber o fluxo de veículos existem, são bem sinalizadas e contam com um conjunto moderno de semáforos. Os problemas são: o fluxo de veículos acima do normal, a permissão de conversões, a existência de pontos de interesse no local e seu entorno e por fim, os abusos dos condutores e pedestres.
Devemos observar, em primeiro lugar, quem poderia sentir os efeitos da construção de um viaduto. Não há dúvidas que as pessoas que moram e trabalham na região vão sentir os efeitos negativos de um viaduto ao sair na rua ou abrir a janela de casa. É uma construção cinza, que pesa no visual da cidade e conta pontos negativos no turismo, pois gera marginalização da área.
Em segundo lugar, os maiores beneficiados permanecerão apenas alguns segundos nesse trecho da via. Aliás, quanto tempo se perde nessa esquina? Três, quatro minutos em horários de pico?
Alguns locais de Londrina são críticos e poderiam receber um viaduto em curto prazo, sem implicar em efeitos negativos em seu entorno. Basta observar a Av. Rio Branco e Leste Oeste, Leste Oeste e 10 de Dezembro, entre outros.
Por fim, este blog tentará obter mais informações sobre a questão, esclarecendo aos leitores os efeitos da obra para as pessoas (dentro ou fora de seus precisos e queridos veículos).
Artur Machado Yamamura
Ps: afanando umas fotos alheias! hehehe Mas elas tem o crédito ali na imagem. ;)




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